
O chef como
parte da experiência.

Alex Lima
Há vinte anos que Alex Lima cozinha para quem sabe distinguir uma refeição de uma experiência. Já assinou cozinhas para nomes incontornáveis da alta sociedade e hoje lidera, em exclusivo, a gastronomia SILLAGE — dos jantares mais íntimos às produções para duzentos convidados. É também o chef por trás da parceria com o The Chicago Room Steakhouse e a Cork Kitchen, dois dos endereços de Lisboa que mais confiam na sua cozinha.
Duas décadas que começam
numa cozinha clássica.
A história de Alex Lima na cozinha começa há mais de vinte anos, na Confeitaria Nacional — uma das casas mais antigas e respeitadas de Lisboa, onde o rigor da pastelaria clássica portuguesa se aprende ao detalhe, sem atalhos.
Foi ali que construiu a base de tudo o que viria depois: disciplina, técnica e um respeito quase reverencial pelos produtos e pelas receitas que atravessam gerações. Dessa base nasceu um interesse profundo pela cozinha regional portuguesa — os pratos, as memórias e as tradições de norte a sul do país — que o próprio chef descreve como o verdadeiro início do seu percurso.

De aprendiz a chef,
em apenas dois anos.
A dedicação valeu-lhe uma ascensão pouco comum: em apenas dois anos, Alex Lima passou de aprendiz a chef — um percurso que normalmente leva muito mais tempo, e que já ali revelava o padrão que marcaria toda a sua carreira.
Seguiram-se cerca de quatro anos em Itália, imerso numa das tradições gastronómicas mais exigentes da Europa. Foi lá que refinou a técnica, aprofundou a relação entre produto e território, e ganhou a versatilidade que hoje lhe permite transitar com naturalidade entre a cozinha portuguesa, a mediterrânica e a contemporânea.

Chef executivo
e consultor.
Da Europa mediterrânica para a Irlanda: Alex Lima assumiu funções como chef executivo e consultor gastronómico, liderando cozinhas e equipas num contexto completamente diferente — outra cultura, outro clima, outra forma de receber.
Foi nesta fase que consolidou a faceta que hoje o distingue: a de um chef que não cozinha apenas para uma sala, mas que estrutura cozinhas inteiras — menus, equipas e processos — para que a experiência funcione do princípio ao fim.

Do Brasil à formação
de equipas inteiras.
Os anos seguintes levaram-no ao Brasil, com projetos e passagens pela Bahia, São Paulo, Santa Catarina e Paraná — uma imersão em territórios e cozinhas muito distintas entre si, que voltou a alargar o seu repertório.
Foi também nesta fase que ganhou reconhecimento como formador e consultor: através do Centro Europeu, treinou equipas de cozinha e de sala em hotéis no sul do Brasil, transmitindo não só técnica, mas também a filosofia de serviço que hoje aplica em cada experiência SILLAGE.

O último gesto,
antes de chegar à mesa.
Há um momento, sempre em silêncio, em que o prato deixa de ser só técnica. É quando Alex Lima — ou alguém da sua equipa — verte o último molho, ajusta o último detalhe, e só depois autoriza que a travessa siga para a sala.
Não é encenação. É o mesmo cuidado que aplicaria se estivesse a cozinhar para uma só pessoa — mesmo quando são duzentas à mesa.

“Vinte anos depois, o regresso a Portugal fecha um círculo — mas abre outro: o de Chef Executivo da SILLAGE.”
Menus de autor,
criados para o momento.
Hoje, à frente da gastronomia SILLAGE, Alex Lima e a sua equipa criam menus exclusivos — e, quando faz sentido, o chef entra na própria experiência, em interação direta com os convidados, tal como acontece no The Chicago Room Steakhouse e na Cork Kitchen.







